"Eu não sei sofrer em inglês" é o título do segundo álbum do cantor e compositor maranhense, Bruno Batista. Produzido por Guilherme Kastrup e Chico Salem, e lançado pela ybmusic, o disco reúne 12 faixas autorais nas quais o autor sinaliza muito de sua herança musical e passeia por diversos ritmos da tradição brasileira - do baião ao samba - sempre com o olhar voltado para o contemporâneo e demais influências da música pop. Com uma banda formada por nomes bastante conhecidos da nova cena paulista...
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"Eu não sei sofrer em inglês" é o título do segundo álbum do cantor e compositor maranhense, Bruno Batista. Produzido por Guilherme Kastrup e Chico Salem, e lançado pela ybmusic, o disco reúne 12 faixas autorais nas quais o autor sinaliza muito de sua herança musical e passeia por diversos ritmos da tradição brasileira - do baião ao samba - sempre com o olhar voltado para o contemporâneo e demais influências da música pop. Com uma banda formada por nomes bastante conhecidos da nova cena paulistana - como Gustavo Ruiz, Estevan Sinkovitz, Márcio Arantes e Marcelo Jeneci - as bases foram gravadas ao vivo, em três sessões, com o intuito de dar mais unidade estética e sonora ao trabalho: "Queríamos que soasse como um disco de banda", explica. O álbum conta ainda com as participações especiais de Zeca Baleiro, na faixa Acontecesse, Rubi, em Vaidade, Juliana Kehl, em Para um amor em Paris, e Tulipa Ruiz, em Nossa Paz. Mixado e masterizado por Carlos "Cacá" Lima, o disco será um lançamento YB Music e deverá chegar às lojas em abril de 2011. Nascido em Recife - PE, Bruno Batista ainda passaria um breve período em Teresina - PI, cidade natal de seus pais, até chegar em São Luís - MA, aos quatro anos de idade, para, finalmente, fincar raízes. Desde criança demonstrava grande interesse por música, estimulado, sobretudo, pelo pai, colecionador de discos de MPB e apaixonado por Chico Buarque. A contragosto, muito cedo foi matriculado nas aulas de piano. Estudou teoria musical e os autores clássicos por seis anos quando, influenciado pela obra de Renato Russo e pelos saraus na casa da avó, resolveu comprar um violão. Foi com o novo instrumento que surgiram as primeiras composições, ainda na adolescência, e os primeiros prêmios nos festivais de música da escola. Em 2001, recebeu o troféu de Melhor Letra no "Festival João do Vale" - promovido por um importante centro cultural de São Luís - pela canção Aquele Beijo. Um ano mais tarde, sairia do mesmo festival com o terceiro lugar por Acontecesse. Desta época, datam os primeiros registros de suas canções na voz de outros intérpretes, feitos pela cantora maranhense Cecília Leite. A ela, seguiram-se outros importantes nomes da música do estado como Claudio Lima, Lena Machado, banda Catarina Mina, Milla Camões e Tássia Campos. Gravou seu primeiro álbum, homônimo, em 2004. Produzido pelo maestro Alberto Farah, o disco lhe rendeu o prêmio de Revelação do Ano no "Prêmio Universidade FM" - mais prestigiada premiação de música no Maranhão - e um convite do SESC para participar do projeto "Novo Canto", no Rio de Janeiro, que, àquela altura, revelara importantes nomes da música brasileira como Zeca Baleiro, Pedro Luís, Lenine e Rita Ribeiro. Cinco anos mais tarde, conhece os produtores Guilherme Kastrup e Chico Salem, com quem iniciou a elaboração para o novo trabalho, a caminho.